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Um dia muito bom

Um dia explendido é muito difícil de acontecer. Sempre existe algo que faça ele se transformar repentinamente em péssimo, desastroso. Bem, o dia ainda não acabou, mas eu posso sentir que hoje será um dia daqueles, que se espera por anos.

Não é nem por ter algo para fazer, ou então uma outra coisa que com certeza deixaria qualquer um alegre. É o simples fato de não ter preocupações, perceber que deixei de lado algumas coisas que tanto me prendiam, saber que agora, pelo menos, eu estou satisfeita com o que aconteceu.

Eu gostaria muito de relembrar que você só sabe que está feliz, depois de ter ficado triste por tempo indeterminado. Um mês, as vezes até um ano sem dar aquela gargalhada, aquela que te faz lembrar o que é viver.

Esses dias são muito raros, pelo menos pra mim, então eu vou ver o dia, aproveitá-lo ao máximo para ter certeza de que amanhã, eu saberei que hoje foi um dia maravilhoso.


A pura verdade, o clichê

Eu juro que tento não generalizar as coisas, mas fica meio impossível não fazer isso as vezes. Perdoem-me se eu tenho escrito muitas coisas fora do normal, prometo que volto ao meu estado comum qualquer dia.

O post de hoje não passa de um pedido de desculpas escancarado. Peço à todos, inclusive quem tem lido e eu não conheço, que me desculpe, afinal, quem nunca errou na vida.

Ultimamente, venho culpando muitas pessoas por coisas que elas nem sequer sabiam que aconteceria. A culpa não é de ninguém, eu a possuo e basta.

Quem, um dia, iria imaginar que eu ficaria cega do jeito que fiquei. Nem eu, nem ninguém poderia acreditar. Então, peço, mais uma vez, que me entendam. É inevitável, incontrolável não sentir nada, ser fria.

Juro, aqui e agora, que não posto mais nada sobre o acontecimento passado. Eu disse que esqueci, portanto vou esquecer de fato.

Post especial para: Deesquina e Leilas, que são OBRIGADAS a escutar minhas lamentações todos os dias.


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